Janeiro Branco: vale a pena uma campanha sobre saúde mental?
- Daniel Barboza Salvador
- há 9 horas
- 2 min de leitura
Talvez você ainda não tenha ouvido falar sobre a campanha Janeiro Branco, mas com certeza já leu algum post, assistiu algum programa ou ouviu algum podcast que tratava sobre a Saúde Mental, nos últimos dias.
Fato é que depois que começamos a falar mais sobre Saúde Mental notamos um movimento poderoso de pessoas que escolheram abraçar sua saúde como algo prioritário e buscaram meios para resolver questões internas que melhoram suas demandas pessoas e profissionais.

O Janeiro Branco nasceu em 2014, com objetivo de alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico (Ministério da Saúde).
Ter uma campanha anual com esse objetivo é um passo importante para uma sociedade que vive esgotada, cansada, desanimada e até desesperançada. Precisamos nos conscientizar de que uma realidade de adoecimento mental e desesperança geral não deveria existir, portanto não pode ser alimentada.
É preciso agir em caráter individual e coletivo, a começar pelo olhar atento à nossa própria saúde e à saúde daqueles que estão mais próximos.

Neste Janeiro Branco, pergunte-se:
O que tenho feito pela minha Saúde Mental?
Tenho notado como anda a Saúde Mental de quem eu amo?
O que tenho feito para melhorar esse quadro entre os meus familiares, amigos e até mesmo meus vizinhos ou colaboradores de trabalho?
Lembre-se:
Boa parte da população está deprimida e ansiosa, mas não está internada. Ainda assim, segue a rotina sem fazer grandes alardes. Isso significa que muita gente sofre em silêncio e comportamentos preconceituosos ou estigmatizados só ampliam esse sofrimento.
Por tudo isso, a resposta é simples:
Sim, vale a pena falar sobre saúde mental.
Sim, o Janeiro Branco é necessário.
Sim, precisamos lembrar uns aos outros que pedir ajuda é um ato de coragem.
Se você percebe que está difícil realizar suas tarefas, se levantar da cama ou se conectar com outras pessoas, por favor, saiba: você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Sua vida importa.
Procure alguém de confiança, compartilhe o que sente e, se precisar, estamos aqui para acolher você.






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